The Twilight of White Britain

A hospital trust is believed to be the first in the country to protect its ethnic staff by giving them priority for the fitting of masks. Somerset Foundation Trust is treating all its black, Asian and minority ethnic staff as ‘vulnerable and at risk’ of coronavirus. In a letter to staff, the trust’s chief executive Peter Lewis said: ‘While we don’t yet have any conclusive research or national guidance, we feel that is the right approach to take. The letter said ethnic staff and their families will be able to access testing within the first five days of developing any symptoms, and any who require an FFP3 mask, which offers greater protection than a normal surgical mask, will be supported to be fit-tested as soon as possible. Yvonne Coghill, director of NHS England’s workforce race equality standard unit, tweeted ‘many should follow the lead of Somerset FT,’ describing the trust as ‘compassionate’ with strong leadership. [Daily Mail]
White people in Britain are second class citizens that can be left with no protective equipment or tests. This isn’t equality, it is an evil institucional racism against Whites that will ultimately culminate in their Genocide in the UK. After the grooming gangs of Rotherham targeting White girls, after the affirmative action and quotas that deny White people work and education, finally the death by health denial.

Aparição

Chico pensa na utilidade «prática». Mas, se através dos tempos o homem pensasse apenas na utilidade prática, hoje não seria um homem, seria um parafuso. De resto, os utilitários estão lutando contra si: conquistada a base prática, liquidados, em hipótese, os problemas de bem-estar, forçada toda a azáfama ao silêncio, eis que as flores da solidão, da asfixia, brotarão com a sua virulência clandestina da miséria do homem: a vida estará então toda ela por conquistar, desde o limiar das origens. [Vergílio Ferreira (1959), Aparição]

Neon Genesis Portugal

Portugal até 1974 foi uma nação cristã, europeia e branca. Nesse ano, após a revolução de Abril, juntou-se aos restantes país europeus na maior experiência de substituição demográfica feita na Europa até então, que visava e visa tornar as suas sociedades em nações multiculturais, multiétnicas e mesmo multinacionais. Portugal sofreu então várias vagas de imigração, sendo que podemos destacar duas: a Brasileira e a Africana (neste caso, dos países antigas colónias de Portugal). Assim sendo, demograficamente, os Portugueses são na verdade um Triângulo composto por três etnias: Europeia, Africana, Brasileira. Foco-me na questão étnica e não racial, pois ambas as categorias têm elementos de várias raças.
A etnia Europeia dominou este território desde da sua fundação, e consequente expulsão dos Mouros, e ainda o expandiu além-mar durante mais de 800 anos. Qualquer outra etnia neste território até então podia ser tolerada, mas era dominada pela Europeia. Então, em 1974, esta mesma etnia decidiu, ou os seus líderes decidiram, deixar outras etnias entrarem no território, obterem a cidadania portuguesa e estabelecerem comunidades. Ao projecto de inclusão sucedeu o projecto de diversidade, ambos eufemismos para explicar uma realidade de um território ocupado por etnias com culturas, códigos morais, valores e histórias diferentes. Não é possível dissociar a decisão dos Euro-Portugueses do que se passava no restante mundo Ocidental, que também fez exactamente as mesmas escolhas; Globalismo Liberal, Cultural Marxismo, Pós-Modernismo, Oikophobia, ainda não existe consenso sobre o nome que dar a esta época. No entanto, até o inicio da década de 2010 tais comunidades não se faziam sentir nos media, poder político, poder financeiro, universidades ou nas lojas e restaurantes da burguesia lisboeta.
Mas 2019 foi o ano da mudança. Em Abril, um grupo de trabalho criado pelo Governo de Esquerda defendeu a introdução da origem étnico-racial nos Censos 2021, em Junho o Partido Socialista tinha no seu projecto de programa eleitoral para as legislativas a adopção de quotas étnico-raciais para negros e ciganos e finalmente em Outubro, nas eleições legislativas, Joacine Katar Moreira foi eleita deputada após se apresentar a eleições como “gaga, negra e mulher.” É o ano da mudança. A etnia europeia começa a perder o controlo do poder político e mediático. Todos estes eventos procuram discriminar a etnia europeia de modo a retirar à mesma poder económico, político, cultural e social. À imagem do que já acontece nos EUA e Reino Unido.
Mas não é de todo imprevisto o que está a acontecer: neste triângulo étnico, é o lado europeu que está condenado a desaparecer. Não só está envelhecido, como não tem consciência étnica própria e não acredita em si. As acusações de Racismo ou Xenofobia neutralizam as suas capacidades reivindicativas. É a própria etnia que “cala” os seus que pretendem defender a mesma. Por isso mesmo não poderá ter um museu dos Descobrimentos, mas vai sim construir um monumento à escravatura na sua capital. Pretende também “descolonizar” as suas universidades, o que significa apenas a sua colonização pelas outras etnias. Tendo isso em conta, e a juventude demográfica das outras duas, Portugal encontra-se à beira de se transformar definitivamente.
Quando irão aparecer os partidos políticos de génese brasileira e africana? Ou os partidos do sistema criados pelos europeus de 1974 serão colonizadas por dentro? Quando forem feitos os censos étnicos, qual é a segregação real da sociedade? Irá sofrer a comunidade europeia a violência sofrida pela África do Sul Branca ou as comunidades brancas do Reino Unido, onde milhares de crianças foram vítimas de violações em massa de grupos criminosos muçulmanos? Ou irá o Portugal Branco simplesmente continuar a imigrar rumo a outros destinos, esvaziando assim naturalmente o país de europeus?

Globalism Kills

Dario Nardella is an Italian politician who has been the Mayor of Florence since 2014 and the first Metropolitan Mayor of Florence since 1 January 2015. On February 1, 2020, Nardella encouraged Italians to “hug a Chinese” in a bid to overcome xenophobia and racism in the wake of the Hubei COVID-19 epidemic. [Twitter] Many Italian netizens responded by posting photos of themselves with Chinese people. [Twitter]
At the other side of the Atlantic, in the 9th of February, the same idiocracy was taking place. Mark D. Levine, the chair of New York City Council health committee, appealed the population to join the Chinatown ceremony ahead of the Lunar New Year, saying “If you are staying away, you are missing out!” [Twitter]
Dr. Giorgio Palù, the former President of the European and Italian Society for Virologya and a Professor of Virology and Microbiology at the University of Padova, expressed concern over the Italian government’s inadequate response to the virus, a grave flaw that has continued since the onset of the outbreak, in a CNN interview. Currently, Italy is leading globally with over 6,000 deaths. He alleges the government was “lazy in the beginning… too much politics in Italy. There was a proposal to isolate people coming from the epicenter, coming from China. Then it became seen as racist, but they were people coming from the outbreak.” Even according to the leftist CNN, fear of being viewed as racist “led to the current devastating situation.” [The National Pulse]
Meanwhile Africa denounces the “white disease”.  The first country to have displayed reflections of mistrust, Senegal, where accusations specifically targeting France are flourishing. As of March 4, shamelessly forcing the statistics, the daily L’Évidence argued that the (two) cases of coronavirus were ” all foreigners ” and headlined on the ” coronization ” of France by Senegal, after the ” economic colonization ”, which itself had succeeded the“ slave trade ”. Same findings in several other countries. Insults in Côte d’Ivoire, Ghana, incidents against press correspondents in Ethiopia … In the Democratic Republic of Congo, a Frenchman detained for more than a week testified to Le Figaro of a ” climate of insecurity ” and even considers his life ” in danger “. “ I had to stay here three days for professional reasons. Since the borders were closed, we have been abandoned by looters and attackers of all kinds, ”explains the man. ” Here, people coming back from Europe, white or black, we are called the Coronaviruses “. If the racial distinction between importers of the virus and ” innocent ” victims is not always made, the existence of a specific racism against whites and Asians is however attested. According to the media Voice Of Africa , ” attacks and insults on foreigners, especially white or Chinese, have increased significantly ” in the past week.  [Le Figaro]
Meanwhile in Timor-Leste, Portuguese teachers were attacked and threatened in the city of Baucau. They are accused by some residents of being responsible for having taken the COVID19 to that country and ten of the twelve refugee teachers have already asked the Portuguese Ministry of Foreign Affairs for urgent repatriation. On Saturday, a Timor citizen entered the teachers’ house in Baucau, assaulting a teacher, while another was also the target of an attempted aggression while travelling on public transport. Stones were also thrown at the house where they lived. There are also reports of verbal aggression, with the Portuguese being called “coronas” on the streets. [Publico]
Meanwhile in Angola, a list of names, phone numbers and addresses of citizens from Portugal arriving in Luanda is being disseminated on social networks in Angola and there are Portuguese afraid to go out on the street because they are seen as being blamed for the introduction of the disease in the country. A 50-year-old woman was assaulted in a supermarket in Luanda, she suffered a head injury and had to receive hospital care. Coming from Santarém, the education assistant at the Portuguese School of Luanda had been in Angola since January, not being one of the cases that had to comply with mandatory quarantine. The case was reported by a colleague of the victim, teacher at the same school, who prefers to remain anonymous and confesses fear in leaving the house for already being constantly insulted in the street. “Go away …, you brought the disease, go to your house”. The professor considers that since Saturday there is a climate of great animosity against the Portuguese and blames the government for “asking Angolans to denounce those who enter Angola and do not comply with the mandatory quarantine”. “Moments after the announcement of the first infected, the list began to be shared on social networks”, he laments. [JN]
Globalism Kills. We live in a Globalist Western Europe, open for everyone and everything. And that’s the root problem. There are many European citizens, not only politicians, that don’t want to close borders because it will “hurt the European community”. It is a disease, an ideological psychological disease, and it left all the Western Europe exposed to serious pathogens like COVID19. This is the normal. collapse of a civilisation that didn’t want to survive anyway, its Black Swan.

Sleeping Hermaphroditus

The Sleeping Hermaphroditus is an ancient marble sculpture depicting Hermaphroditus life size. The form is partly derived from ancient portrayals of Venus and other female nudes, and partly from contemporaneous feminised Hellenistic portrayals of Dionysus. It was discovered in Rome near the Baths of Diocletian in 1608 and it is a Roman copy that was probably inspired by a Greek original of the 2nd century BC. It is on display at The Louvre, Paris.

Rivers of Blood

The Rivers of Blood speech was made by British Member of Parliament Enoch Powell on 20 April 1968, to a meeting of the Conservative Political Centre in Birmingham, United Kingdom. He was right. Now we are seeing the growth of forces acting against integration, of vested interests in the preservation and sharpening of racial and religious differences, with a view to the exercise of actual domination, first over fellow-immigrants and then over the rest of the population. For these dangerous and divisive elements the legislation proposed in the Race Relations Bill is the very pabulum they need to flourish. Here is the means of showing that the immigrant communities can organise to consolidate their members, to agitate and campaign against their fellow citizens, and to overawe and dominate the rest with the legal weapons which the ignorant and the ill-informed have provided. As I look ahead, I am filled with foreboding; like the Roman, I seem to see the River Tiber foaming with much blood.

 

The UK Police Takes a Knee, George Floyd manifestation, London, 2020

O Racismo Contra Brancos do Jornal Público

O Público é um jornal diário português fundado em 1990. É um dos jornais em Portugal com mais tiragem e acessos online aos seus artigos. O jornal pertence ao grupo empresarial português Sonae. Nos últimos anos tem feito vários artigos e peças de opinião racistas contra a população Branca Portuguesa. Mas no dia 21 de Fevereiro de 2020 foi mais à frente, lançou um “estágio profissional para promover diversidade nos media.” [Fonte] E qual é a definição de “diversidade” para o Público? Retirado do seu anúncio: “Serão valorizados os candidatos que tenham experiência, vivência e/ou conhecimento profundo de minorias étnicas em Portugal.” É considerado um Branco na Linha de Sintra como minoria étnica? Mais à frente o Público deixa bem claras as suas intenções: “O programa está aberto a todos os candidatos que preencham as condições exigidas. Com vista a corrigir desigualdades, guiamo-nos pelo Plano Estratégico para as Migrações, que visa o reforço de medidas de promoção da integração e inclusão de cidadãos descendentes de imigrantes e dos que acederam à nacionalidade portuguesa, e pela Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, que visa incentivar a participação das comunidades ciganas no mercado de trabalho, através do desenvolvimento de competências. Seguimos também as indicações da directiva europeia denominada “Raça” (2000/43), que aplica o princípio da igualdade de tratamento entre as pessoas sem distinção de origem racial ou étnica.”
Não existem dúvidas do Racismo institucional implementado pelo Público nesta proposta de estágio, ao abrigo de directivas de programas sem qualquer vinculação na lei e que vão contra a Constituição de Portugal. É o principio da discriminação racial contra Brancos em Portugal.