Neon Genesis Portugal

Portugal até 1974 foi uma nação cristã, europeia e branca. Nesse ano, após a revolução de Abril, juntou-se aos restantes país europeus na maior experiência de substituição demográfica feita na Europa até então, que visava e visa tornar as suas sociedades em nações multiculturais, multiétnicas e mesmo multinacionais. Portugal sofreu então várias vagas de imigração, sendo que podemos destacar duas: a Brasileira e a Africana (neste caso, dos países antigas colónias de Portugal). Assim sendo, demograficamente, os Portugueses são na verdade um Triângulo composto por três etnias: Europeia, Africana, Brasileira. Foco-me na questão étnica e não racial, pois ambas as categorias têm elementos de várias raças.
A etnia Europeia dominou este território desde da sua fundação, e consequente expulsão dos Mouros, e ainda o expandiu além-mar durante mais de 800 anos. Qualquer outra etnia neste território até então podia ser tolerada, mas era dominada pela Europeia. Então, em 1974, esta mesma etnia decidiu, ou os seus líderes decidiram, deixar outras etnias entrarem no território, obterem a cidadania portuguesa e estabelecerem comunidades. Ao projecto de inclusão sucedeu o projecto de diversidade, ambos eufemismos para explicar uma realidade de um território ocupado por etnias com culturas, códigos morais, valores e histórias diferentes. Não é possível dissociar a decisão dos Euro-Portugueses do que se passava no restante mundo Ocidental, que também fez exactamente as mesmas escolhas; Globalismo Liberal, Cultural Marxismo, Pós-Modernismo, Oikophobia, ainda não existe consenso sobre o nome que dar a esta época. No entanto, até o inicio da década de 2010 tais comunidades não se faziam sentir nos media, poder político, poder financeiro, universidades ou nas lojas e restaurantes da burguesia lisboeta.
Mas 2019 foi o ano da mudança. Em Abril, um grupo de trabalho criado pelo Governo de Esquerda defendeu a introdução da origem étnico-racial nos Censos 2021, em Junho o Partido Socialista tinha no seu projecto de programa eleitoral para as legislativas a adopção de quotas étnico-raciais para negros e ciganos e finalmente em Outubro, nas eleições legislativas, Joacine Katar Moreira foi eleita deputada após se apresentar a eleições como “gaga, negra e mulher.” É o ano da mudança. A etnia europeia começa a perder o controlo do poder político e mediático. Todos estes eventos procuram discriminar a etnia europeia de modo a retirar à mesma poder económico, político, cultural e social. À imagem do que já acontece nos EUA e Reino Unido.
Mas não é de todo imprevisto o que está a acontecer: neste triângulo étnico, é o lado europeu que está condenado a desaparecer. Não só está envelhecido, como não tem consciência étnica própria e não acredita em si. As acusações de Racismo ou Xenofobia neutralizam as suas capacidades reivindicativas. É a própria etnia que “cala” os seus que pretendem defender a mesma. Por isso mesmo não poderá ter um museu dos Descobrimentos, mas vai sim construir um monumento à escravatura na sua capital. Pretende também “descolonizar” as suas universidades, o que significa apenas a sua colonização pelas outras etnias. Tendo isso em conta, e a juventude demográfica das outras duas, Portugal encontra-se à beira de se transformar definitivamente.
Quando irão aparecer os partidos políticos de génese brasileira e africana? Ou os partidos do sistema criados pelos europeus de 1974 serão colonizadas por dentro? Quando forem feitos os censos étnicos, qual é a segregação real da sociedade? Irá sofrer a comunidade europeia a violência sofrida pela África do Sul Branca ou as comunidades brancas do Reino Unido, onde milhares de crianças foram vítimas de violações em massa de grupos criminosos muçulmanos? Ou irá o Portugal Branco simplesmente continuar a imigrar rumo a outros destinos, esvaziando assim naturalmente o país de europeus?

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