The Dilemma

Zionism in its mainstream form is believed to have originated with Theodor Herzl in 1896, a Jewish writer living in Austria-Hungary. He published Der Judenstaat or The Jews State. In it he argued that the only solution to the “Jewish Question” in Europe was the creation of a state for the Jewish people (this was decades before Nazi Germany). Anti-Semitism was so widespread in Europe that Herzl saw the creation of a national sanctuary for his people as the only long-term answer. Nevertheless, Jewish speakers have at various points spoken out openly against the Zionist agenda. Among them, (Rabbi) Elmer Berger published The Jewish Dilemma, in which he argued that Jewish “assimilation” was still the best path for Jews in the world and not the segregation and siege mentality of the Zionist state. In his opinion Zionism itself was simply resigning to the prevailing racial myths about Jews and playing into them. [https://theburningbloggerofbedlam.wordpress.com/2014/11/07/zionism-and-wahhabism-the-twin-cancers-destroying-the-middle-east-and-their-dark-origins/]

About Symbols

Schism in the soul, schism in the body social, will not be resolved by any scheme of return to the good old days (archaism), or by programs guaranteed to render an ideal projected future (futurism), or even by the most realistic, hardheaded work to weld together again the deteriorating elements. Only birth can conquer death—the birth, not of the old thing again, but of something new. [Joseph Campbell (1949), The Hero With A Thousand Faces]
Dear American White Supremacists, please understand this: the Confederacy LOST! the Nazis LOST! Stop using their symbols and respect the millions that died because of them. You don’t have the moral right to use them because they represent people of a bygone Era that belongs in History books. If you want to preach ethnic separatism, just move on to White Nationalism. White Nationalism can in fact achieve an ethnic nation for Whites, just like Malcolm X defended one for Black Americans and Zionism achieved Israel for Jews. So, create new symbols (read the rich Greco-Roman History), don’t preach supremacy (you are not superior to anyone, you are just different) and enter the media circusestablishment to defende your ideias and get recognition.
Andrómeda, Zé Burnay

Prefácio

Apenas me aconteceu ter uma inteligência naturalmente lúcida e uma vontade um tanto ou quanto forte. (Fernando Pessoa) Infelizmente não nasci nem com uma inteligência lúdica, nem com uma vontade forte. Criei este bloco de notas como forma de perceber o mundo, o estruturar, o explicar, e assim simplesmente criar uma filosofia que me ajudasse a viver. Mas o que acabei por fazer foi apenas roubar de jornalistas, escritores, filósofos, pedaços desconexos da sua inteligência e criar assim a minha manta de retalhos.

Quando comecei este blog acreditava convictamente numa cidadania universalista, mas acabei por ficar constipado por um vírus que infectou os EUA e já começou a contaminar a Europa. Um vírus que me impõe um rótulo qualquer: africano, gay, branco, cigano, negro, latino, whatever; ou seja, as minhas pertenças comunitárias, étnicas e religiosas sobrepõem-se a tudo o que Eu sou. É mais uma consequência inevitável de uma sociedade multicultural e multirracial do que algo propriamente premeditado; chamam a esta consequência Diversidade, porque simplesmente não sabem o que outra coisa chamar. Na verdade, até estou agradecido; sempre que vejo notícias de “White Americans”, “White police”, “White folks”, “White people”, sinto que é do meu povo que falam, e nem percebo o porquê disso. Sem querer, a minha tribo encontrou-me e eu nem a tive de procurar.

Desde sempre estudei, trabalhei e vivi no município da Amadora e no de Lisboa. Mas nunca encontrei uma casa, nunca encontrei o meu povo e nunca encontrei um sentido de pertença. Admitindo desde já que o conceito de Nativismo é uma aberração, confesso ser um estrangeiro numa Terra que ironicamente toda a Humanidade pensa ser minha. Mas ressalvo que nunca fui mal tratado por esta Linha de Sintra e esta Lisboa “capital imperial”, nem pelas suas diferentes gentes, e por isso lhes estou grato. Também dizem que sou cidadão de uma tal União Europeia. A Europa é um conceito que para além da Geografia já muito pouco diz e que apenas encontra o seu espaço no livros de História. Culturalmente, socialmente e ideologicamente estamos a viver a formação da Afro-Eurasia através das forças vivas da demografia e da inaptidão dos povos que ocupam a actual Europa de defenderem a sua Terra. O espectro da Balcanização já paira sobre o continente, assim como as suas sanguinárias consequências. De qualquer das formas, é uma luta na qual não irei participar e não me diz respeito. Sou Nativo de um Portugal e de uma Europa que já não são estes.


Not all those who wander are lost. (J. R. R. Tolkien) Nas minhas deambulações por Portugal encontrei um território abandonado de Portugalidade, à espera de uma nova bandeira, que certamente já não terá quinas. Por vezes encontrei resquícios do povo a que pertenço, nesses cafés centrais perdidos por aí, mas esse povo já foi diluído pela Globalização, por vezes consentida, por vezes forçada; já não existe Força, nem Vontade, e portanto o mesmo irá simplesmente desaparecer. Reconheço que no fundo apaixonei-me pela fantasia de ter um Portugal, um pedaço de terra meu e dos meus, que podia ser horrivelmente pobre, mas eu também o orgulhosamente seria.

Clarificando. Não sou Ocidental. Não sou Lusófono. Não sou Europeu. Não sou Português. Não sou da Linha de Sintra. Não sou Lisboeta. E ninguém sequer equacionei alguma ver ser dessa aberração a que chamam Cidadão do Mundo. Sou um Benfiquista, Republicano, Tecnocrata, Ateu. Gostaria de ter sido um Germânico antes da Primeira Guerra, um Americano Anglo-Saxónico antes de 1990 ou simplesmente um Português antes de Abril de 1974. Nasci algumas décadas atrasado. Gosto de pensar que descendo dos míticos povos Celtas do norte da Europa e sou filho da civilização de Roma. Na verdade, sou de uma civilização que ainda não existe, que não tem etnia ou religião, uma língua ou canção. Falta-me um Israel; com este blog, tentei fazer um só meu.

Once Upon A Time

Most of Iraq’s Christians call themselves Assyrians, Chaldeans or Syriac, different names for a common ethnicity rooted in the Mesopotamian kingdoms that flourished between the Tigris and the Euphrates Rivers thousands of years before Jesus. Christianity arrived during the first century, according to Eusebius, an early church historian. As Christianity grew, it coexisted alongside older traditions — Judaism, Zoroastrianism and the monotheism of the Druze, Yazidis and Mandeans, among others — all of which survive in the region, though in vastly diminished form. From Greece to Egypt, this was the eastern half of Christendom, a fractious community divided by doctrinal differences that persist today: various Catholic churches, the Eastern and Oriental Orthodox, and the Assyrian Church of the East. 
When the first Islamic armies arrived from the Arabian Peninsula during the seventh century, the Assyrian Church of the East was sending missionaries to China, India and Mongolia. The shift from Christianity to Islam happened gradually. Much as the worship of Eastern cults largely gave way to Christianity, Christianity gave way to Islam. Under Islamic rule, Eastern Christians lived as protected people, dhimmi: They were subservient and had to pay the jizya, but were often allowed to observe practices forbidden by Islam, including eating pork and drinking alcohol. For 1,500 years, different religions thrived side by side.

One hundred years ago, the fall of the Ottoman Empire and World War I ushered in the greatest period of violence against Christians in the region. The genocide waged by the Turks left at least two million Armenians, Assyrians and Greeks dead. Nearly all were Christian. From 1910 to 2010, the percentage of the Middle Eastern population that was Christian continued to decline: once 14 percent of the population, Christians now make up roughly 4 percent. In Lebanon, the only country in the region where Christians hold significant political power, their numbers have shrunk over the past century, to 34 percent from 78 percent of the population. Low birthrates have contributed to this decline, as well as hostile political environments and economic crisis. Fear is also a driver. The rise of extremist groups, as well as the perception that their communities are vanishing, causes people to leave.

Eliza Griswold (2015), The New York Times

Emile Charles Lecomte-Vernet – La Fidele

Against Democracy

Most people believe democracy is a uniquely just form of government. They believe that political participation is good for us: it empowers us, helps us get what we want, and tends to make us smarter, more virtuous, and more caring for one another. But, Jason Brennan says, they are all wrong. Democracy is the rule of the ignorant and the irrational, and it all too often falls short. Furthermore, no one has a fundamental right to any share of political power, and exercising political power does most of us little good. On the contrary, a wide range of social science research shows that political participation and democratic deliberation actually tend to make people worse: more irrational, biased, and mean. [Jason Brennan (2016), Against Democracy, Princeton University Press]

Finally

The Trump administration is preparing to redirect resources of the Justice Department’s civil rights division toward investigating and suing universities over affirmative action admissions policies deemed to discriminate against White applicants, according to a document obtained by The New York Times. Roger Clegg, the president of the conservative Center for Equal Opportunity, called the project a “welcome” and “long overdue” development as the United States becomes increasingly multiracial. “The civil rights laws were deliberately written to protect everyone from discrimination, and it is frequently the case that Whites are discriminated against now,” he said.