Whataboutism

Soviet propagandists during the cold war were trained in a tactic that their western interlocutors nicknamed whataboutism. Any criticism of the Soviet Union (Afghanistan, martial law in Poland, imprisonment of dissidents, censorship) was met with a “What about…” (apartheid South Africa, jailed trade-unionists, and so forth).

It is not a bad tactic. Every criticism needs to be put in a historical and geographical context. A country that has solved most of its horrible problems deserves praise, not to be lambasted for those that remain.

By Design

It starts with a trigger, a prod that propels users into a four-step loop. Think of the e-mail notification you get when a friend tags you in a photo on Facebook. The trigger prompts you to take an action—say, to log in to Facebook. That leads to a reward: viewing the photo and reading the comments left by others. In the fourth step, you inject a personal stake by making an investment: say, leaving your own comment in the thread. This pattern kicks off a cycle that lodges behaviours in the basal ganglia, the part of the brain where automatic behaviours are stored and where, according to neuroscientists, they last a lifetime.

Yet technologists like Tristan Harris, a design ethicist who is also a product philosopher at Google, warn that growth hacking, taken to its extreme, can encourage sites and apps to escalate their use of persuasive design techniques with potentially unintended consequences for consumers. He compares online engagement maximisation efforts to the techniques some food companies have developed to hook consumers on a stew of fat, salt and sugar. “The ‘I don’t have enough willpower’ conversation misses the fact that there are 1,000 people on the other side of the screen whose job is to break down the self-regulation that you have,” said Mr. Harris.

Other Axis

A rally in Nigeria to show support for Donald Trump was organised by The Indigenous People of Biafra (IPOB) supporting the independence of the south-eastern region of Biafra. The group says it backs Mr Trump because he supports “self-governance”. IPOB has also renamed its push for secession “Biafrexit”, after the UK’s Brexit vote to leave the European Union. At least one million people died in the 1967-70 civil war started by Biafran secessionists.

The “USA (Trump) – Biafra – Israel – Russia (Putin)” Axis.

Orgulho na Raça

António Costa definiu-se este domingo como “meio vizinho da China”, numa alusão às origens indianas do seu pai e num discurso em que salientou os carateres pluricontinental do português, enquanto respondia a questões formuladas por estudantes da Universidade de Tsinghua, uma das mais prestigiadas da China. “Posso aliás dar o meu exemplo, porque sou o primeiro primeiro-ministro de um país da União Europeia que tem origem extra europeia, visto que o meu pai era de origem indiana, um país vizinho da China”, declarou António Costa.

António Costa tinha acabado de dar por terminado o programa oficial de sábado, em Nova Deli, quando recebeu a notícia da morte de Mário Soares. Era o primeiro dia da visita à Índia. O primeiro-ministro tinha chegado a Nova Deli menos de 24 horas antes e tinha pela frente um programa intenso, preparado há meses com o Governo indiano, que quis dar a esta visita o carácter de visita de Estado, estatuto que, por exemplo, em Portugal só pode ser dado a Presidentes da República, nunca a primeiros-ministros. Isso quis dizer que Costa teve direito a passar revista às tropas no Palácio presidencial, a fazer uma deposição de coroa de flores no memorial de Gandhi. Este estatuto de visita de Estado foi dado ao primeiro-ministro da Nova Zelândia há pouco tempo mas não à primeira-ministra britânica, Theresa May, que visitou a Índia em Novembro. Mas mais importante: o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, iria acompanhar Costa durante todos os dias (sábado, domingo, segunda-feira e terça-feira) – apenas não o acompanha a Goa, a última etapa. E foi por causa de Modi que foi incluída no programa uma deslocação a Ahmedabad no Estado do Gujarat, de onde é natural o primeiro-ministro indiano e onde foi também governador.

Aguardamos com expectativa por receber calorosamente o primeiro-ministro António Costa na Índia, naquela que será uma visita de Estado. Será o nosso convidado de honra naquele que é o nosso emblemático evento de celebração da diáspora do país – o Pravasi Bharatiya Divas [Dia da Diáspora Indiana]. Sendo ele uma pessoa com raízes familiares na Índia, será para nós uma honra celebrar os seus grandes êxitos enquanto líder do povo português. António Costa é um exemplo do dinamismo da diáspora indiana. Como primeiro chefe de governo de origem indiana na Europa, estou confiante de que o seu sucesso será fonte de grande inspiração para muitos outros. – Narendra Modi (primeiro-ministro indiano)