Deep Inside

Rebecca Carroll, a black Guardian columnist, wrote: I was adopted into a white family and I’m married to a white man. Still, when I am in a roomful of black people, or an all-black environment, I feel renewed, seen, held up and realized. The power of being surrounded by black people is that the sheer sense of community is enough. Replace black with other race and this opinion would still be understandable. Maybe human races aren’t just social constructions, there is something more subtle to it.

Across the Atlantic, this is also a question. “In Tower Hamlets we ethnic minorities are in fact the majority and Islam is the main religion, so black people and Muslims should be running this borough,” said Aaron Kiely, Black Student Officer for the National Union of Students.

Life is Too Short

“If youngsters are being deterred from starting their own businesses then they are hardly to be blamed. Who wants to have to spend most of their time, effort and intellectual energy steering a path through a vast forest of regulations, directives and laws only to watch the taxman take a big, wet, juicy bite out of the little profit you have managed to earn. And, to top it all off, you then switch on the TV or open the morning newspaper only to be told that you are ‘the enemy of the people’. Contrast this with going for a job in the public sector which will give you a guaranteed income, a job for life and the steadfast loyalty and service of the political classes. It’s a no-brainer. Life is too short.”

Fake News

“A história não é minha. Aquela afirmação é falsa”. É assim que Maria João resume a utilização da sua fotografia colada à frase “Estou desempregada desde 2012, para o governo não existo” num dos polémicos cartazes do PS, em declarações ao Observador. Maria João diz que não estava desempregada e que não disse o que está no outdoor. Mais: acrescenta que quando tirou a fotografia, que viria a aparecer espalhada pelo país nos cartazes do partido, prestava até serviços à Junta de Freguesia de Arroios (socialista) e foi lá que o fotógrafo a apanhou. Mais ainda: diz não ter dado autorização para que a sua cara aparecesse nos cartazes, quer que o partido os retire das ruas e admite processar o PS por uso indevido de imagens. Ao Observador, o PS respondeu dizendo que: “Tratam-se de representações. Apesar de não faltarem exemplos de tantos e tantos casos semelhantes aos denunciados no cartaz, não iríamos expor assim as próprias pessoas e o seu sofrimento. Portanto, embora os cartazes sejam todos relativos a casos reais, as pessoas são figurantes escolhidos e que aceitaram figurar nos cartazes”.