Hidden Resources

Every year farmers send billions of gallons of water to other countries in the form of the food grown with that same water. The issue of agriculture’s water footprint, all the water used to produce a commodity and get it to a consumer, is contentious since many farmers use scarce water to produce low-value export crops.

Nada Sabe

Para o Público, a conclusão é clara: Mestrados já são condição para entrar mais rápido no mercado de trabalho e se antes eram um passaporte para a carreira académica, hoje as empresas preferem recrutar alunos com mestrado de Bolonha. E faz o seu próprio contraditório: Número de mestres no desemprego disparou quase 30 vezes em sete anos. Ou seja, sabe que nada sabe.

O que corre mal na mobilidade de Lisboa?

O SATU de Oeiras foi inaugurado em junho de 2004 e pretendia ligar a estação ferroviária de Paço de Arcos (linha de Cascais) à estação ferroviária de Cacém (linha de Sintra). As duas primeiras fases, indissociáveis no projeto, levariam o SATU até ao parque empresarial do Lagoas Park, a terceira chegaria ao TagusPark e finalmente a quarta ao Cacém, já no concelho de Sintra. Mas a obra nunca passou do Centro Comercial Oeiras Parque, que fica a apenas 1.200 metros de Paço de Arcos.


Logo depois da inauguração da primeira fase, a Teixeira Duarte estaria disponível para investir os cerca de oito milhões de euros que faltavam para que o SATU chegasse ao Lagoas Park, mas isso nunca aconteceu porque a Câmara nunca conseguiu mobilizar os 13 milhões que correspondiam à sua parte. Paulo Vistas, o atual presidente da Câmara de Oeiras, desabafa: “Não avançou porque não houve vontade política para que aquele projeto pudesse candidatar-se aos fundos comunitários”.

Em 2009 chegou a haver um protocolo com a Câmara de Sintra para conseguir concretizar o resto da obra até ao Cacém, mas a parceria esfumou-se com a eleição de Basílio Horta do PS que diz ter “outras prioridades, nomeadamente sociais“. O argumento não colhe junto de Paulo Vistas. “Isto é que é social, o SATU. Estamos a falar de áreas com rendimentos médios mais baixos e no próprio Tagus Park e Lagoas Park há muita mão de obra indiferenciada, pessoal de limpeza, jardineiros, estudantes….”

O balde de água fria para a Câmara de Oeiras e para a empresa SATU chegou em 2014, quando o governo do PSD de Passos Coelho não deu luz verde para que o projeto se pudesse candidatar aos fundos comunitários.
A última oportunidade para salvar o SATU poderá ser a eventual concessão da Linha de Cascais a operadores privados, que possam ter interesse em receber, também, por atacado, mesmo. E claro, que tenham interesse em expandir a linha além dos 1.200 metros atuais, para que esta tenha maior utilidade.

They Are Coming

Bad boys, bad boys
What’cha gonna do?
What’cha gonna do when they come for you?

A cada ano, sempre que a cobrança coerciva de dívidas fiscais supera a meta definida pela administração tributária, há uma fatia de 5% desse montante que é transferida para um fundo destinado a premiar os trabalhadores do fisco pela colecta acrescida. A cobrança coerciva de 2014 atingiu 1148 milhões de euros, o que permite a distribuição de cerca de 57,4 milhões de euros pelos nove mil dos onze mil funcionários dos impostos.

A juíza conselheira Dulce Neto, vice-presidente do Supremo Tribunal Administrativo, descreveu um cenário de terror na relação entre a Administração Fiscal e os contribuintes. Segundo a magistrada, as Finanças arrastam propositadamente processos tributários com recursos, sabendo que os mesmos serão decididos a favor do contribuinte: “A Administração Fiscal está cega de mais na tentativa de arrecadar receita, deixando empresas e famílias exauridas”, declarou Dulce Neto.

Ex Machina

(movie review of Ex Machina (2014), Directed by Alex Garland)
Ex Machina is a groundbreaking psychological thriller with its erotic flirty robots; equipped with a conscience and a convincing synthetic skin, they just tear down our human intuition of reality. And its aesthetic minimalism and creepy sound effects are also convincing.

London

I arrived in London at April, 2015. Strolling around its streets and travelling through its underground, I noticed that no culture or ethnicity was in majority. Its roots are British and it’s inside England but London is London nowadays, a city-state in its own right. With more than thirteen million metropolitan inhabitants, it is preforming the unique experience of forging the ultimate Humanist utopia: despite your race, culture or religion, you are a Londoner and London is your home. It justifies its own existence not on ethnic or historical grounds, but pragmatic needs, like the availability of a Costa Coffee, a Primark or a H&M near you; united in consumerism.
Although it seems that everyone is getting along, it is also true that London is putting a tremendous amount of effort and money in an Orwellian rewriting of its own White and British History: whether in pro-immigration campaigns or in social engineering of its television shows, racial fairness is not taken lightly. Its museums highlight “the first Black”, “the first Muslim” and even “found” a black Roman centurion.
When I was leaving London, I read a Guardian article about how areas in England with low migration were the most concerned about the impact of immigration. I fully understand them; I admire the courage of London performing such social experience but I am also happy that such experience isn’t been made in my home, Portugal. I wonder if all its communities will stand together if someday London experiences an economic doom and if yes, what will be the glue that holds them. As Murphy’s Laws states: if there are two or more ways to do something, and one of those ways can result in a catastrophe, then catastrophe will happen.