Os Franciscanos

Cerca de 80% referem que a crise afetou “significativamente” o orçamento familiar, acrescentando ainda que “deixaram de sair ou de se divertir” e tiveram de procurar “mais vezes o médico por problemas emocionais, de ansiedade ou insónias”, segundo o projeto “FINFAM – Como estão as famílias portuguesas a gerir as suas finanças no contexto da crise?”. Os 20% que referem que a crise não afetou o seu orçamento “são de baixa escolaridade” e a grande maioria está empregada, sendo “pessoas que já viviam num limiar de sobrevivência e que no contexto da crise não são muito afetadas”.

A alegria da pobreza
está nesta grande riqueza 
de dar, e ficar contente.

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