La Vie en Rose

One in six French citizens sympathizes with the Islamist militant group ISIS. The poll of European attitudes towards the group revealed that 16% of French citizens have a positive opinion of ISIS; this percentage increases among younger respondents, spiking at 27% for those aged 18-24.

Jahangir Akhtar, the former deputy leader of the council, is accused in the report of naivety and potentially “ignoring a politically inconvenient truth” by insisting there was not a deep-rooted problem of Pakistani-heritage perpetrators targeting young white girls. Police told the inquiry that some influential Pakistani councillors in Rotherham acted as barriers to communication on grooming issues.

Tudo Evolui

E se numas próximas eleições pudesse votar não só em partidos e deputados mas em cadeiras vazias no Parlamento? É isso que defende o movimento Partido das Cadeiras Vazias: “Se dos votos resultarem lugares vazios há menos lugares para os mesmos de sempre e os partidos em face dessa situação escolherão melhores pessoas para deputados com o intuito de manter as suas cadeiras ocupadas.”

O Povo do Norte

(por Rui Ramos, no Observador)

O Norte era de facto outro país. Perante um sul de funcionários públicos e de latifúndios e grandes empresas, estava este outro país de pequenos agricultores, pequenos empresários e emigrantes, na maior parte self-made men, ciosos das suas propriedades, ligados desde a década de 60 à Europa ocidental pelas exportações e pela migração, e unidos em comunidades ferozmente independentes, à volta das suas autoridades religiosas tradicionais. Foi esse povo que, no Verão de 1975, saiu em massa à rua, ao toque de sinos, para contestar o comunismo fardado de Lisboa. Em Lisboa, comunistas e extrema-esquerda, em pânico, chamavam aos nortenhos reaccionários e terroristas. 

Foi essa grande expectativa de promoção social pelo seu próprio esforço, numa sociedade livre, que o Norte representou em 1975, num país onde era então suposto tudo vir a pertencer ao Estado e ser decidido pelo Estado. E foi esse norte que acolheu o brigadeiro Pires Veloso, quando tomou conta do comando da região militar, como o braço armado que até não tivera, mas também, pelas suas maneiras directas e desassombradas, como o símbolo da mítica franqueza popular nortenha perante uma Lisboa cortesã e florentina.

Nos primeiros anos depois do PREC, foi no norte que esteve a maior parte da iniciativa privada, a exportar as roupas e a recolher as remessas da emigração que equilibravam as contas do país. Foi a norte que surgiram as primeiras grandes empresas e os primeiros bancos privados do pós-25 de Abril. Foi esse norte que deu à Aliança Democrática de Francisco Sá Carneiro, em 1979-1980, as suas maiores vitórias e a sua dimensão de movimento popular contra as limitações impostas à democracia pelo PREC. Foi esse norte que levantou o FCP. Depois da década de 1980, a integração europeia nem sempre favoreceu a sociedade e a economia nortenhas, fê-las mais fracas e mais dependentes, enquanto os partidos políticos que tinham tido aí a sua base se instalaram no Estado lisboeta e na “Europa”. A democracia portuguesa perdeu com o fim do norte de Pires Veloso.

Porto, anos 50/60

Portuguesismo

O francês Yohann Diniz bateu o recorde do mundo dos 50 km marcha e sagrou-se campeão da Europa 2014 pela terceira vez consecutiva, ao vencer a prova dos Europeus de Zurique, na Suíça, cortando a meta com um bandeira portuguesa. No entanto, não foi a primeira e almejada medalha lusa no certame, dado que Diniz é francês. O atleta de 35 anos, quando caminhava para a meta com a vitória já certa, deu-se mesmo ao luxo de parar para pedir ao público uma bandeira, pedindo a de Portugal. Uma bem grande foi-lhe entregue e o novo recordista mundial entrou na meta envolto nela e manteve-a sempre com companhia da francesa. Bem conhecido dos marchadores portugueses, Diniz revelaria no entanto que o seu portuguesismo tinha outras razões. Quis homenagear a sua avó portuguesa, que falecera no início do ano. [Publico]

Um Artista Português

Marinho e Pinto foi eleito membro do Parlamento Europeu em Maio. Três meses depois já tem data marcada para abandonar o cargo: dentro de um ano. O antigo bastonário da Ordem dos Advogados quer candidatar-se às eleições legislativas e abre as portas também a Belém.

“O elemento agregador da Europa não está nos ideais, nem nas políticas, mas no dinheiro. E eu não acredito numa organização construída em torno desse dinheiro“, diz. Aliás, uma das críticas que faz nas declarações à publicação é dirigida aos salários pagos aos eurodeputados, “muito acima da média salarial dos cidadãos representados”. Pensa prescindir do seu? “Eu sou pobre, preciso do dinheiro, tenho uma filha no estrangeiro“.

Geometry

In 2002 two men attacked Jason Padgett outside a karaoke bar leaving him with a severe concussion. But the incident also gave him an astounding drawing ability:
Padgett who had very little interest in academics developed the ability to visualize complex mathematical objects and see the world through the lens of geometry. “I see shapes and angles everywhere, from the geometry of a rainbow, to the fractals in water spiraling down a drain”, he said.

Padgett  is one of a rare group with acquired savant syndrome, in which a normal person develops prodigious abilities after a severe injury. “There’s no such thing as a perfect circle”, he said, which he knows because he can always see the edges of a polygon that approximates the circle.



Banco de Portugal

10 de julho de 2014: O Banco de Portugal reafirmou ao Negócios a posição já assumida anteriormente em relação ao BES: “A situação de solvabilidade do BES é sólida. O Banco de Portugal tem vindo a adoptar um conjunto de acções de supervisão, traduzidas em determinações específicas dirigidas à ESFG e ao BES, para evitar riscos de contágio ao banco resultantes do ramo não-financeiro do GES.”

A 3 de agosto de 2014 o Banco de Portugal anunciou um resgate de 4.4 mil milhões de euros do BES, o que ditou o seu fim como banco privado.

Querer

Querer pelo desejo o que sabe não poder querer pela vontade. (José Saramago)

I suffer – on the very limit of madness, I swear it – as if I could do all and was unable to do it, by deficiency of will. (Fernando Pessoa)