Lisboa é uma Região

Trajectórias Residenciais é um projeto de uma equipa de investigadores do ISCTE que procura aprofundar o conhecimento sobre as trajetórias residenciais da população que reside ou já residiu na Área Metropolitana de Lisboa. Em Portugal, o processo de urbanização, que tem início na década de 50, atinge o seu auge na década seguinte, entrando pelos “conturbados” anos 70. Era nas periferias ou nos limites periféricos da cidade que se construíam os “novos bairros”, de habitação colectiva ou de moradias, frequentemente clandestinas. A periferização é pois, aqui e em qualquer parte de mundo, uma inevitabilidade da constituição da própria metrópole, a condição sine qua non à expansão territorial e humana que a caracteriza. Num lento processo de “contágio” social que se vai expandido ao ritmo das transformações sócio-culturais, a palavra periferia ganha um tom valorativo, leia-se depreciativo, mais do que designativo. Hoje, o enaltecimento da urbanidade por oposição à suburbanidade é o referencial dominante entre quem pensa, faz e gere a cidade. A absolutização deste referencial, ao dispensar análises mais ligadas às práticas e subjetividades individuais, alimenta um discurso em torno das lógicas de ocupação do espaço metropolitano que se esgota em 2 argumentos, entendidos como constrangimentos estruturais impostos pela oferta: i) as pessoas terão sido forçadas a sair da cidade; ii) e nela não residem, nomeadamente no centro, “apenas” porque não podem. 

British Dystopia

Until August 1914 a sensible, law-abiding Englishman could pass through life and hardly notice the existence of the state. – A. J. P. Taylor
Essex social services obtained a High Court order against the woman that allowed her to be forcibly sedated and her child to be taken from her womb. The council said it was acting in the best interests of the woman, an Italian who was in Britain on a work trip, because she had suffered a mental breakdown. The baby girl, now 15 months old, is still in the care of social services, who are refusing to give her back to the mother, even though she claims to have made a full recovery.

Nursery school staff and registered childminders must report toddlers at risk of becoming terrorists, under counter-terrorism measures proposed by the Government.
The directive is contained in a 39-page consultation document issued by the Home Office in a bid to bolster its prevent anti-terrorism plan. The document identifies nurseries and early years childcare providers, along with schools and universities, as having a duty “to prevent people being drawn into terrorism”. A Home office spokesman said: “We are not expecting teachers and nursery workers to carry out unnecessary intrusion into family life, but we do expect them to take action when they observe behavior of concern. We would expect staff to have the training they need to identify children at risk of radicalization and know where and how to refer them for further help if necessary.”