Ataque

Mais um ataque de uma agência de rating, desta vez vindo da Noruega e do Norges Bank Investment Management, que vilmente se desfez da dívida portuguesa. O Banco da Noruega, que gere o fundo de pensões do país, associou esta decisão aos termos em que decorreu a reestruturação da dívida grega, à qual se opôs, devido às novas obrigações (recebidas contra entrega das antigas), além de terem um valor muito mais baixo, terem o seu reembolso subordinado ao Banco Central Europeu, que assim é credor preferencial – em caso de falência da Grécia, os restantes credores só recebem depois de o BCE ser reembolsado.